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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-05-16T00:35:11Z</updated>
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    <title>Um abraço em Pina Bausch : quando dança e teatro se encontram na sala de ensaio.</title>
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      <name>Maia, Gustavo França</name>
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    <updated>2026-05-15T20:57:36Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Um abraço em Pina Bausch : quando dança e teatro se encontram na sala de ensaio.
Autor(es): Maia, Gustavo França
Resumo: Não. Infelizmente não dei um abraço em Pina Bausch. Mas, apesar da diretora, dançarina e coreógrafa, já ter falecido, acredito que ainda é possível abraçá-la. Neste artigo compartilho a trajetória percorrida entre ouvir uma música pela primeira vez, sendo tomado pelo desejo de transformá-la em dança, e a estreia de um espetáculo. Investigando os procedimentos de criação utilizados por Pina Bausch, discuto a possibilidade de, como ator, profanar a dança com meu corpo de não bailarino e descobrir o que chamei de “minha dança”. Também traço aproximações com o método desenvolvido por ela para compor imagens e, por fim, uma tessitura possível dessas imagens, numa espécie de trama, que chamei de “costura”. Aqui não há respostas nem definições, mas perguntas. O que faço é um breve relato de experiência, de braços abertos a outros abraços. Boa leitura.
Descrição: Vídeo na íntegra do espetáculo: https://youtu.be/CeuLRbZ9lL4</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Mulher Informe : o silenciamento em imagens através da dança butô.</title>
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      <name>Mendanha, Maria Luísa Mesquita</name>
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    <updated>2026-04-30T12:29:38Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Mulher Informe : o silenciamento em imagens através da dança butô.
Autor(es): Mendanha, Maria Luísa Mesquita
Resumo: Este artigo investiga como a noção de informe de Georges Bataille pode ser ativada através da dança butô para confrontar silenciamentos e traços de violência de gênero no corpo feminino. A partir de um processo criativo e autoetnográfico, monto uma cartografia de imagens que por sua vez orienta a criação de uma partitura coreográfica que transita entre memória, trauma e silenciamentos. A análise articula as relações corpo-imagem como um campo de resistência que dissolve formas normativas, colaborando para as insurreições micropolíticas descritas por Suely Rolnik. Com base na problemática do saber-movimento das imagens de Aby Warburg e em leituras recentes acerca do butô, discuto a potência estético-política da carne, da deformação e da opacidade como estratégias para desaprender o corpo social. O texto combina reflexão teórica e prática como pesquisa, descrevendo procedimentos e apresentando os principais resultados do processo criativo. Defendo o argumento que o Butô possibilita uma política de atenção capaz de transmutar o silêncio em linguagem e ação, mudando o corpo de objeto para sujeito na produção de imagens.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Psicose 4:48 : sobre os atravessamentos que me levaram até Sarah Kane.</title>
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      <name>Silva Júnior, Luiz Cândido da</name>
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    <updated>2026-03-17T21:44:59Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Psicose 4:48 : sobre os atravessamentos que me levaram até Sarah Kane.
Autor(es): Silva Júnior, Luiz Cândido da
Resumo: Este artigo busca elucidar os caminhos nos quais eu, como artista, percorri, consciente ou inconsciente, desde o primeiro período da faculdade até a escrita deste artigo, e que me trouxeram até a escolha de Psicose 4:482 de Sarah Kane3 como escolha para o meu TCC prático. Este trabalho tentará fazer um apanhado artístico através dos seguintes tópicos: “Âmago, minha trajetória artística”, “Gênese, minhas inspirações”, “Ontológico, o final,” traçando assim a linha que construí ao longo da graduação que sem perceber emaranhavam-se numa teia que me levava vagarosamente as ideias, estéticas, assuntos e atravessamentos que agora estou aplicando ao meu trabalho prático. Por fim, o artigo tenta trazer o leitor para mais próximo do desenvolvimento dos meus trabalhos e também dos processos que são tão importantes quanto o produto final, e as ideias que fizeram com que eu escolhesse trabalhar com um texto tão profundo e dramático e esclarecer ao leitor minhas escolhas para com ele, bem como registrar minhas ideias e processos por meio de uma escrita poética, sentimental e carregada do meu ser e de minha essência.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Otelo : racismo e identidade em cena.</title>
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      <name>Lima, Reidison Martins de</name>
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    <updated>2026-02-10T18:57:33Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Otelo : racismo e identidade em cena.
Autor(es): Lima, Reidison Martins de
Resumo: Este artigo busca aprofundar as relações entre a obra Otelo (1603) e a noção de identidade e de racismo. O estudo é resultado de reflexões acerca do processo de criação da personagem, experimentada no TCC prático, escolhas e procedimentos estéticos de criação, assim como nas reflexões políticas que envolvem as noções de classe e de racialidade. Para tanto, parte-se das teorias elaboradas por Frantz Fanon, buscando compreender como a representação de Otelo, homem negro, pode ser interpretada à luz do pensamento fanoniano, sobretudo, a partir das experiências concretas vividas do negro nas dinâmicas sociais e psicológicas ao longo da história, considerando tanto o contexto colonial quanto pós-colonial.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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