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Título: Caracterização litogeoquímica de rochas do Supergrupo Rio das Velhas, região da mina de ouro do "Bahú", Rio Acima - MG.
Autor(es): Ronconi, Augusto Junqueira Coimbra
Orientador(es): Tazava, Edison
Nalini Júnior, Hermínio Arias
Membros da banca: Tazava, Edison
Cipriano, Ricardo Augusto Scholz
Madeira, Thiago José Augusto
Palavras-chave: Geoquímica
Greenstone belt
Ouro
Data do documento: 2017
Referência: RONCONI, Augusto Junqueira Coimbra. Caracterização litogeoquímica de rochas do Supergrupo Rio das Velhas, região da mina de ouro do "Bahú", Rio Acima - MG. 2017. 89 f. Monografia (Graduação em Engenharia Geológica) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2017.
Resumo: O Supergrupo Rio das Velhas é objeto de diversos estudos devido à sua característica de greenstone belt, que é fonte de importantes depósitos auríferos, sobretudo no Grupo Nova Lima. A ocorrência de tais depósitos está condicionada às zonas de cisalhamento que favoreceram processos hidrotermais os quais trouxeram o Au em solução. Neste trabalho, descreve-se as características petrográficas e geoquímicas dos testemunhos do furo de sondagem FBA 138, alocado nos arredores de importantes depósitos auríferos da região. Foi observada a ocorrência dos processos de alteração: carbonatação e sulfetações disseminadas ocorrendo em diversos pontos do testemunho, além da presença de veios de quartzo que marca o processo de silicificação e em alguns trechos com cloritização, sendo a rocha hospedeira para todos estes processos um xisto com coloração verde típico dos greenstone belts - fácies xisto verde. Ao longo do testemunho nota-se nítida ocorrência de dobras, clivagem de crenulação e veios boudinados, evidenciando a instalação de regime compressivo/transpressivo na região (zonas de cisalhamento). Os minerais opacos presentes são majoritariamente pirita, calcopirita e pirrotita; e subordinadamente: bertierita calcoestibita, estibinita, glaucodoto, hematita, jamesonita, pentlandita e ullmanita. O comportamento dos dados geoquímicos é condizente com as condições macroscópicas e de lâminas observadas, havendo correlação dos picos de valores com os processos de alteração. Vial (2007) relata a semelhança entre os depósitos auríferos da Mina do Bahú e Mina do Pari, o furo de sondagem FBA 138 por se localizar próximo a Mina do Bahú teve sua comparação feita com a Mina do Pari, sendo que se assemelha na questão de sulfetos como pirita, calcopirita, pirrotita e hematita; e do litotipo xisto com coloração esverdeada. Nas análises realizadas no testemunho não foi identificado ouro, embora a região seja historicamente conhecida por ocorrências auríferas, é no litotipo de BIF´s (Banded Iron Formations) em que o ouro majoritariamente ocorre. Palavras chave: geologia econômica, geoquímica, Greenstone Belt Rio das Velhas, depósitos auríferos.
URI: http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/426
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